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O Dia Que o Old School Morreu

 


A história se tornou uma lenda na indústria do RPG.

As origens emaranhadas da CA de D&D, Pontos de Vida e jogadas de ataque com D20

Saudações. Quando li este interessante artigo do blog do DM David, fiquei bastante intrigado em como se deu o desenvolvimento das regras do Dungeons & Dragons. Segue a tradução para quem se interessar.

Quando a TSR processou a Wizards of the Coast em 1996...

Esta pequena história conta um pouco do conturbado cenário do RPG norte americano na segunda metade da década de 1990. Aos aficcionados e rpgistas de longa data, certa nostalgia será sentida.

A verdadeira origem do RPG


Reza a história que em 1974, Gary Gygax e Dave Arneson, através de jogos de tabuleiro, aliaram as regras de números e turnos de ação com a liberdade de contar histórias, e assim ampliaram as possibilidades naquele jogo. De fato, essa é a fórmula clássica que hoje utilizamos em nossas mesas de poder, o ritual básico para a criação de mundos e personagens. Mas a matéria prima de tudo isso surge bem antes, nos primórdios do nascimento do homem, e é nesse início que veremos o começo dos jogos de interpretação de personagem.

A palavra, o mito, o conto

No processo de evolução do Homo Sapiens, uma ferramenta tão decisiva para sua sobrevivência, quanto o polegar opositor, as armas e a fricção para gerar o fogo, foi desenvolvida: a palavra. Por esta, a comunicação se ampliou e com isso a organização social. Veio o mito como a primeira explicação dos fenômenos da existência, e com ele o conto.

Jogar RPG, necessidade do Homo Sapiens

Uma opção de lazer


Para compreendermos o título do artigo, precisamos ir a fundo no debate sobre os jogos de interpretação de personagem como opção de lazer, como uma forma de lazer, e esse é o objetivo aqui, advindo por inquietações que remetem a própria superficialidade com que nós do meio RPGistico ainda vemos o mesmo. Quando nos indagam sobre porque jogamos “isso”, a resposta vem com algo amorfo: confraternizar com os amigos, meio de usar a imaginação, diversão; não que essas coisas não sejam objetivos, mas somente estes não responde tudo.

Como assim RPG é um jogo? Porque?

Meus amigos e amigas, já se perguntaram o que é jogo? Porque o RPG se encaixa nesse conceito? Instigado por um velho amigo que afirmou que Role Playing Game não é um jogo, mas sim algo denominado “interpretação de personagem”, unindo com meus poucos conhecimentos em teoria do jogo adquiridos na academia moderna, retornados agora com algumas leituras que vem sendo realizadas para fins RPGisticos, rapidamente exponho a relação desse conceito com o RPG.

Mesas de poder nos aproximam dos deuses



Há participantes de mesas de poder que com algum conhecimento desejam criar em base a parâmetros de realidade, respeitando o pergaminho em mãos e a receita mágica relacionada ao mesmo; se esforçam para criar uma elaborada existência e unir ponto a ponto das características com o prelúdio criado. É o empenho por simular ao máximo a vida de um outro ser, e assim como o mago conjurador que busca tirar do mana um guerreiro que surja no ar, ter sensação de grande poder por criar algo próximo da perfeição. Mas até onde se consegue colocar em algo artificial a complexidade de uma vida?