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O Dia Que o Old School Morreu

 


A história se tornou uma lenda na indústria do RPG.

Caverna do Dragão - Parte 2

Heil Hell!!!

Cá estou novamente nesta segunda parte pra falar sobre os personagens do Caverna do Dragão. Então vamos lá, por ordem alfabética do nomes traduzidos:

Aventuras através dos tempos

As aventuras de D&D têm sido uma parte do jogo desde o seu início, mas elas mudaram muito ao longo dos anos. Olhar para sua evolução pode fornecer informações valiosas sobre a criação de grandes aventuras em sua própria campanha. Como você cria uma grande aventura de D&D? Vamos rever como a concepção de aventuras evoluiu em cada edição do jogo.

Novo D&D: a campanha Tirania dos Dragões

Já é sabido entre toda a comunidade rpgistica sobre o lançamento mais esperado dos últimos anos: o novo Dungeons & Dragons, também chamado de D&D Next ou D&D 5ª Edição. É sabido também que o cenário de campanha básico dos livros será o famoso Forgotten Realms. O que vou falar neste post é a história envolvida nas aventuras iniciais, o pano de fundo deste grande lançamento. 
Então vamos lá: os dragões e seus aliados ameaçam a Costa da Espada e o Norte, mas por que agora e para que fim? Começa a Tirania dos Dragões, ou Tyranny of Dragons.



Ele chegou: o novo Dungeons & Dragons

A espera e curiosidade acabaram. Foi anunciado o lançamento da nova edição do RPG mais famoso do mundo. Pelos cálculos de todos, esta é a 5ª Ediçao, mas a quem ainda insista em chamá-la de Next. Mas tudo bem, parece que veremos uma volta às origens e ao velho modo de jogar do nosso querido D&D.



A História de Dragonlance - Parte 3

Continuando nossa saga da história de Dragonlance. Lembrando que neste mês de março, comemora-se o aniversário de 30 anos do cenário. Depois de uma pequena transição e a criação de um continente novo em Krynn, chegamos a um ponto crucial na vida do cenário. Podemos dizer até que Dragonlance havia deixado de ser parte do Dungeons & Dragons.



A História de Dragonlance - Parte 2

Continuando nossa saga da história de Dragonlance. Lembrando que neste mês de março, comemora-se o aniversário de 30 anos do cenário. O mundo da Krynn estreou em uma série de aventuras e romances. Desde então, houve algumas voltas e reviravoltas no cenário e até nas regras usadas, mas Dragonlance continua sendo um dos locais mais inovadores do Dungens & Dragons.


A História de Dragonlance - Parte 1

Neste mês de março, comemora-se o aniversário de 30 anos de um cenário que mesmo não sendo o mais famoso deles, marcou a vida de muitos jogadores: Dragonlance. O mundo da Krynn estreou em uma série de aventuras e romances. Desde então, houve algumas voltas e reviravoltas no cenário e até nas regras usadas, mas Dragonlance continua sendo um dos locais mais inovadores do Dungens & Dragons.



The Sundering: o retorno de Forgotten Realms

Com o advento da nova edição do Dungeons & Dragons, que a Wizards chama de D&D Next, mas que eu acho que chamaremos de "quinta edição", nada melhor do que estabelecer um mundo básico para o cenário. E o mundo escolhido foi nada menos que o famoso Forgotten Realms, os Reinos Esquecidos.
Bom, até aí tudo bem, mas se a ideia da nova edição é trazer os bons tempos do RPG de volta, como utilizar um cenário que foi totalmente modificado na última edição?
A resposta é simples: The Sundering!


Mas que diabos é isto? The Sundering (separação, divisão, cisão, fenda), é o início de uma gigantesca campanha, que envolve romances, games online, campanhas de marketing e os famigerados D&D Encounters. Os materiais disponíveis irão conter estatísticas de regras da nova edição (D&D Next), da Edição 4 e também da 3.5. Tudo isso para trazer de volta a antiga glória do maior cenário de campanha conhecido.
Então vamos conhecer um pouco da história disso tudo.

O retorno de um clássico: D&D Original relançado

Saudações! Hoje fui abatido por uma notícia muito legal. A Wizards os the Coast vai relançar o D&D Original, a primeiríssima edição lançada em 1974. O conjunto foi lançado originalmente pela TSR, e deu o pontapé inicial ao maior RPG de todo universo. O resto da história todos já sabemos.

História Completa do D&D: Parte 5

Saudações!

Depois da tempestade vem a calmaria. Após sair brilhantemente da crise da empresa, o pai de todos, Gary Gygax pede as contas e entrega os pontos na mãos de uma mulher (não, não vá pensar que ela fez cagada logo no começo, foi mais pro final mesmo). Sem mais brincadeiras, continuamos nossa saga.

História Completa do D&D: Parte 4

Saudações!

Como todo casal que se preze, chegamos a primeira crise evidenciada pela TSR. Superada com maestria por Gary Gygax, a empresa se reergueu e nos presenteou com um dos mais brilhantes cenários já feitos: Dragonlance.

Segue:

História Completa do D&D: Parte 3

Saudações!

Continuando nossa saga, vamos chegando a fabulosa e transformadora década de 80 (as crianças que me desculpem, mas só quem viveu nessa época sabe!). O AD&D apareceu com tudo e atropelou e conquistou seu espaço no cenário mundial, literalmente.

Segue:

História Completa do D&D: Interlúdio

Saudações!

Hoje vamos dar uma pausa na história e comentar os diversos logos que a TSR já teve desde o seu nascimento até sua compra pela Wizards of the Coast. Lembro a vocês que uma marca pode ser muito bem aceita ou não, como pude notar na última mudança no logo da DC Comics. Alguns aficcionados até deixam de comprar os produtos da empresa se alguma coisa sai dos eixos.

Mas vamos lá então:

História Completa do D&D: Parte 2

Saudações camaradas e donzelas!

Continuando nossa saga, hoje vamos presenciar o surgimento daquela que viria a se tornar a maior editora de todos os tempos, a TSR. Vamos conhecer também como surgiu a ideia de se fazer uma upgrade das regras do jogo original iniciando assim as várias edições que o teve o jogo.
Sigam-me os bons...

História Completa do D&D: Parte 1

Saudações camaradas e donzelas!

A partir de hoje vou postar aqui uma série que vai apresentar uma versão bem completa sobre o início do D&D. Tentarei mostrar com muitos detalhes todos as glórias e também os percalços que envolveram não só a história do jogo mas também de sua editora primeva e também de seus autores. E que meu amigo Rafael Beltrame me corrija em meus equívocos. Que se inicie a jornada...

Top 20 Ilustradores de D&D

Saudações camaradas e donzelas!

Nas últimas semanas levamos um tapa na nuca sobre a nova edição de nosso RPG favorito. Levando em conta que a Wizards quer ouvir todo mundo a respeito, ou pelo menos espera-se isso, sobre como deverá ser a nova edição, também devemos esperar como ela irá se parecer. Lendo um artigo do novo editor criativo de arte do D&D, Jon Schindehette, percebi que o cara está mesmo esperando a opinião do povão pra tomar decisões. Nisso, ele dá uma dica sobre um blog de arte que está fazendo uma lista dos melhores entre os melhores numa campanha aberta. Então pensei porque não perguntar também aos leitores deste blog e aos amantes do D&D a sua opinião?


Dungeons & Dragons 5ª Edição: eu te falei não é mesmo?

Saudações aventureiros!
Ano passado, que não faz tanto tempo assim, escrevi um post aqui falando sobre uma possível nova edição do Dungeons & Dragons. 
Várias pistas estavam aparecendo: as baixas vendagens da 4ª Edição, a perda de popularidade entre velhos jogadores, o desaparecimento dos novatos e por fim a recontratação do titio Monte Cook
Pois bem, as especulações se confirmaram e ontem a Wizards of the Coast anunciou oficialmente para 2013 a 5ª Edição do RPG nem tão mais famoso do mundo.


Experiências de um Mestre Moribundo: novas experiências para unir um grupo


Uma das grandes verdades do RPG (em minha opinião, claro) é o fato de que não importa o quanto você prepare uma aventura, a experiência de se contar uma história compartilhada sempre pode alterar drasticamente os rumos do planejamento inicial. O ponto que quero abordar na verdade vem até antes, se mesmo com todos os personagens se conhecendo é complicado traçar um curso de aventura e dar a este uma fluidez a esta é extremamente trabalhoso e muitas vezes falho na tarefa de unir um grupo por um interesse comum. 
Em várias diferentes aventuras já tentei diferentes formas de executar esta união, a típica taverna, o velho misterioso que conhecia a todos, iniciar com todos já se conhecendo e tendo a esperança de poder juntar as pontas soltas dos relacionamentos em aventuras futuras. Enfim, já tentei de várias formas e umas deram certo e outras não. Acho que todas as ideias possuem o potencial para fazer acontecer, depende mais do mestre e dos jogadores do que propriamente da ideia. Atualmente estou usando uma ideia que ouvi em algum podcast, se os autores do podcast lerem, espero que se apresentem, mas acho que foi no DirtyCast ou no Rolando20
Pois bem, a ideia que eu inicialmente achei muito boa, foi a de simplesmente os personagens acordarem sem parte da memória e a única coisa da qual se lembram é de terem aceitado uma proposta de aventura, mas que depois de concluída eles não poderiam lembra-se de nada, de quebra teriam feito durante essa aventura uma série de inimigos e teriam que agora resolver suas diferenças com estes. Resolvi então por em prática, os personagens acordaram sem saber de nada e alguns até com escoriações de possíveis problemas que passaram durante a posterior aventura, inicialmente ate agora a curiosidade dos PJs me agradou bastante nesse caso, mas a necessidade de preparação tornou-se muito dispendiosa, já que são seis personagens com um passado cheio de pontas soltas que eles, lógico, exigirão respostas. 
Mas nesse post abordarei outra forma de união do grupo e até mesmo construção de aventura, aconselho que se use este tipo de situação quando o mestre imaginar uma aventura épica e deseja que pelo menos o seu final continue inalterado. Esta forma que venho lhes apresentar, chamei de futuro do pretérito imperfeito (essa forma verbal não deve existir no português. A ideia básica é que os PJs antes mesmo de definir qualquer detalhe de personalidade do personagem ou quem sabe, por que não antes mesmo de preencherem as fichas, é narrar os detalhes dos próprios PJs salvando o mundo num futuro eminente. 
Isso mesmo, logo de cara o mestre deve narrar com a maior quantidade de detalhes possíveis o que este deseja que seja o ápice da sua aventura épica. Sabendo do fim da história os PJs sabem que suas ações terão conseqüências seríssimas, eles sabem que eles estão destinados a grandezas e tem que chegar lá para ter certeza que o seu mundo não seja destruído. O melhor vem agora, você como mestre definiu o final da historia (o mestre definiu aqui o futuro), mas os jogadores deverão tornar-se o que o destino espera deles no passado e isso muitas vezes pode ser complicado e advém com uma serie dificuldades, por isso chamo de pretérito imperfeito, pois o futuro estará condicionado as ações do passado e estas ações do passado serão de responsabilidade inteiramente dos PJs, eles dirão como vão se tornar o que o mundo espera deles.
Tal abordagem da cabo a uma serie de elementos, considerados por mim, muito importantes, como por exemplo as discussões sobre aceitar ou escolher o seu destino, fazer o certo para todos ou apenas para si mesmo, um dos jogadores pode ter visto que seu personagem vai se sacrificar pelo grupo num momento importante como isso será visto pelo restante do grupo, ou pior, traído o grupo (este não aconselho por motivos óbvios, mas seria interessante). Além disso, damos um bom motivo para os jogadores olharem para os destinos épicos logo nos níveis mais baixos, dando assim uma maior verossimilhança aos personagens como um todo. Para os mestres que acharem interessante usar esta abordagem em suas campanhas, vislumbrei algumas situações que podem ser usadas, por exemplo, primeiro de tudo os personagens devem acreditar que a visão foi real e devem acreditar nela. 
Além disso, o conhecimento de que eles são os heróis do mundo pode trazer excesso de confiança, inimigos futuros que seriam muito mais poderosos do que são agora, em suma esta abordagem traz um novo nível de complexidade a campanha que pode ser explorado de varias formas. E claro, o mestre deve “se responder” certas perguntas, tais como: essa visão do futuro vai realmente acontecer, ou é apenas uma possibilidade? Os PJs podem alterar os resultados? Possivelmente estas repostas dependem do grupo, mas não aconselho a amarrar tanto o futuro e o destino dos jogadores a ponto de tornar-se não uma diversão, mas um pesadelo. Como opção para mestres mais experientes, ou não, o final poderia ser narrado de forma compartilhada, já que o termo anda na moda ultimamente, dando aquela sensação de participação maior aos jogadores. Bem acho que era isso que eu queria falar, espero que gostem e comentem, e caso alguém já tenha tentado essa pratica gostaria de saber se deu certo ou se foi uma merda. Caso tenham gostado, os créditos da ideia não são meus, li em um site gringo o DungeonMaster
So say we all. 

Os 10 monstros mais criativos do D&D

Heil Hell!!!

Estava navegando pelas águas misteriosas da internerd quando deparei-me com um blog sobre cinema e curiosidades. E uma postagem chamou-me a atenção. Era sobre ficções de fantasia e o quanto esse tema leva em conta uma enorme quantidade de monstros, sejam eles baseados em mitologias como a tolkeniana ou mesmo em jogos de RPG. E nesse post em questão, selecionaram os 10 monstrengos mais criativos do D&D. Vale lembrar que são os monstros mais criativos e curiosos, e não os mais fortes. Veja a listagem abaixo e deixe uma opinião se concorda ou não.
Até a próxima.